Biografia

Filha de empregada doméstica e trabalhador autônomo, estudou o ensino fundamental e médio em escolas públicas administradas pela igreja católica, vínculo importante que a levou à educação popular atuando em movimentos de bairros e da igreja como pastorais da juventude e de catequese. Fez graduação em Fisioterapia pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), período […]

3 Nov 2021, 13:16 Tempo de leitura: 1 minuto, 59 segundos

Filha de empregada doméstica e trabalhador autônomo, estudou o ensino fundamental e médio em escolas públicas administradas pela igreja católica, vínculo importante que a levou à educação popular atuando em movimentos de bairros e da igreja como pastorais da juventude e de catequese.

Fez graduação em Fisioterapia pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), período em que ela inicia sua trajetória de lutas no movimento estudantil dentro do Centro Acadêmico de Fisioterapia (CAFISIO) e do Diretório Central dos Estudantes da UEPA, entidade na qual foi coordenadora-geral e participou da greve estudantil de 2012.

Em 2011, Vivi ajudou a fundar o coletivo nacional de juventude Juntos e o coletivo feminista Juntas. Junto a esses movimentos, Vivi participou das Jornadas de Junho de 2013, momento de grandes protestos protagonizados pela juventude e que rejeitava a velha política de disseminação de ódio, intolerância e está atrelada à corrupção e à retirada de direitos.

No começo de 2015, Vivi esteve nos grandes protestos de mulheres que ficaram conhecidos como a Primavera Feminista. A Primavera Feminista foi fundamental para a rejeição da PL 5069/2013, e deu grande força para a saída do corrupto Eduardo Cunha da presidência da Câmara Federal através do #FORACUNHA.

É filiada ao PSOL desde 2011, hoje faz parte da direção Estadual do partido e do setorial Estadual de mulheres.

Coordenou campanhas eleitorais em 2012, 2014 e 2016; em 2018 foi candidata a deputada federal obtendo 22.297 votos, sendo a segunda mais votada do partido e ficando como suplente do deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). 

Em 2020 foi eleita vereadora de Belém com mais de dez mil votos, sendo a mulher mais votada da capital, mas acabou assumindo a vaga de deputada federal, com a eleição de Edmilson Rodrigues prefeito de Belém. Atualmente é a primeira deputada federal assumidamente bissexual na Câmara dos Deputados.

É vice-lider da bancada do PSOL na Câmara e íntegra as Comissões de Direitos Humanos e Minorias, Seguridade Social e Família e de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, além de participar das frentes parlamentares mistas em Defesa do Litoral Brasileiro,  em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, em Defesa das Comunidades Quilombolas, em Defesa do Cinema e do Audiovisual Brasileiros e as Frentes Parlamentares dos Povos Tradicionais de Matriz Africana e em Defesa da Reforma Psiquiátrica.