Mandato Vivi Reis apoia mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras da educação do Pará

Em várias cidades, como Castanhal, Marabá, Bragança e Breves, a categoria se organiza para cobrar o reajuste do piso e o PCCR unificado.

11 fev 2022, 12:36 Tempo de leitura: 2 minutos, 44 segundos
Mandato Vivi Reis apoia mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras da educação do Pará

O ano começa com muita mobilização do setor da educação em várias cidades do estado, em atos organizados pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Educação da Educação Pública do Pará (Sintepp). Esta semana foi marcada por atos nas cidades de Castanhal, Marabá, Bragança e Breves. 

Em Castanhal, os professores da rede municipal realizaram assembleia na quarta-feira (9) para organizar a campanha salarial e criar uma comissão para discutir e elaborar propostas para o  PCCR unificado da educação. Também foi aprovada a realização de campanhas em defesa do Instituto Previdenciário de Castanhal (IPMC) e exigindo que a Prefeitura realize concurso público para a rede municipal de ensino. O último concurso foi realizado há 10 anos.

“Nosso mandato, desde seu primeiro dia, está atento à luta dos trabalhadores e trabalhadoras da educação e vem acompanhando de perto as reivindicações da categoria por condições de trabalho dignas e pelo cumprimento da lei do piso. No ano passado, inclusive, ajudamos a intermediar algumas negociações entre a categoria e os gestores municipais que resultaram em vitórias para o setor e continuamos firmes nessa disposição de lutar por educação pública de qualidade com servidores bem remunerados”, afirma a deputada federal Vivi Reis (PSOL-PA).

Em Marabá, trabalhadores e trabalhadoras da educação, organizados pelo Sintepp, fizeram ato em frente à Secretaria Municipal de Obras.

Na terça-feira (8), em Marabá, os trabalhadores e trabalhadoras da educação realizaram um ato em frente à Secretaria de Obras do município para pressionar o prefeito Tião Miranda a sentar com o Sintepp para negociar os mais de 20 pontos da pauta de reivindicações da categoria, entre eles, pagamento do piso, retroativos e progressão. Em assembleia no começo do ano, a categoria aprovou a realização de dois atos em fevereiro para exigir que a Prefeitura abra negociação com o sindicato.

 No município de Breves, no Marajó, os trabalhadores e trabalhadoras da educação encerraram, de forma vitoriosa, nesta quinta-feira (10) uma greve que começou no dia 2 de fevereiro reivindicando o pagamento do piso do magistério e reajuste de 16% no salário base da categoria de apoio educacional. Em Breves o PCCR da Educação já é unificado e indica que o ajuste dos trabalhadores no apoio educacional deve ser pago no mês de fevereiro.

A Prefeitura chegou a entrar na Justiça questionando a legalidade do movimento. Nesta quinta-feira, enquanto a categoria estava reunida em assembleia definindo o calendário de mobilizações,  chegou ofício da Secretaria de Educação se comprometendo em cumprir os pontos que levaram à greve. Dessa forma, foi aprovada a suspensão da greve, permanecendo o estado de greve, com assembleia agendada para um dia após o pagamento do mês de fevereiro. Caso não haja o cumprimento do acordo, a categoria voltará à luta. 

Em Bragança, na região nordeste do estado, os trabalhadores da educação realizaram, na segunda-feira (7)  um ato em frente ao prédio da Prefeitura reivindicando o reajuste do piso. Uma comissão de trabalhadores foi recebida pelo prefeito, que informou que reajustará o piso ainda agora em fevereiro. Os trabalhadores aguardam o cumprimento da promessa.