Segurança Pública

9 nov 2020, 15:26

O grave cenário de violência que sofremos no Brasil coloca a todos, população e profissionais da segurança, diante de inúmeras violações de direitos humanos. Assim,  também cresce a violência machista, LGBTfóbica e racista e a estrutura municipal também precisa lidar com as suas consequências. O projeto genocida e fascista de Bolsonaro reforça esse problema. Diante disso, não podemos deixar o povo e os profissionais da segurança municipal também a mercê desse projeto de morte. Por isso, lutaremos por: 

1. Assistência psicológica e reparação às vítimas da violência, sejam guardas municipais, não-guardas ou as respectivas famílias;

2. Capacitação da Guarda Municipal em direitos humanos, com participação dos movimentos sociais no planejamento, na execução e na avaliação dos cursos de formação;

3. Capacitação com foco no enfrentamento às diferentes formas de opressão, principalmente no trato com mulheres, LGBT, negros e negras e crianças e adolescentes;

4. Nos concursos públicos realizados, garantir porcentagem mínima de vagas reservadas ao efetivo feminino;

5. Valorização dos servidores da Guarda Municipal;

6. Garantir que todos os requisitos para progressão de carreira sejam oferecidos aos servidores do município.

7. Pela criação de centro de recuperação do homem agressor para como forma de contribuir na diminuição da violência contra as mulheres;